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Mercado mundial – EUA – O governo dos Estados Unidos anunciou um pacote de ajuda para a agropecuária: serão US$ 19 bilhões, que serão destinados à compra de produtos e para a cobertura de prejuízos causados pelo novo coronavírus.

Os Estados Unidos relataram mais de 1 milhão de infecções de coronavírus só por causa da testagem, disse nesta quarta-feira o presidente norte-americano, Donald Trump, louvando o esforço por ser muito “melhor do que em qualquer país do mundo”.

“A única razão de os EUA terem relatado 1 milhão de casos de coronavírus é nosso sistema de exames ser tããão melhor do que de qualquer país do mundo”, tuitou Trump.

China – Índices chineses têm melhor mês em 5 com esperanças sobre remédio contra vírus e estímulos.

As ações da China subiram nesta quinta-feira para registrar seu maior avanço mensal desde dezembro, depois de resultados positivos dos testes de um medicamento para tratar o Covid-19, enquanto dados pessimistas reforçaram as esperanças de mais estímulo para apoiar a segunda maior economia do mundo.

No mês, o CSI300 subiu 6,1%, enquanto o SSEC avançou 4%, ambos registrando seu maior aumento mensal desde dezembro passado, com os investidores comemorando a reabertura de algumas partes do país e uma série de medidas de estímulo.

Mercado brasileiro – O dólar fechou em queda contra o real, nesta quarta-feira, 29, pelo terceiro dia consecutivo. Neste pregão, o dólar comercial caiu 2,9% e fechou cotado a 5,355 reais, enquanto o dólar turismo recuou 2,8%, a 5,57 reais.

O ajuste no preço da moeda americana nos dois últimos dias decorreu diretamente do esfriamento momentâneo das tensões em torno do estresse envolvendo o Ministério da Justiça, aliviadas também com os sinais de permanência do Ministro da Economia, mas, também e principalmente, predominantemente da fragilização da moeda americana no mercado externo, melhora dos preços do petróleo, com o consequente fortalecimento das moedas emergentes.

O ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou nesta quarta-feira, em audiência virtual no Senado, que ninguém sabe quando será o pico de contaminação do novo coronavírus uma vez que ainda são necessárias mais informações sobre a doença, e reiterou estar alinhado com o presidente Jair Bolsonaro.

Em um esforço para sinalizar alinhamento sobre o ajuste fiscal, os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Walter Braga Netto, indicaram em coletiva de imprensa nesta quarta-feira que há concordância no governo em torno da política para combate aos estragos econômicos causados pelo coronavírus na economia local.

Guedes também voltou a reafirmar que o governo do presidente Jair Bolsonaro tem de indicar que, passado o período de emergência pública da saúde, o país voltará a implementar uma atuação de ajuste fiscal das contas públicas.

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