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De Olho no Mercado

Mercado mundial

Protestos nos EUA

Os mercados globais se recuperam e o dólar cai à medida que a onda de protestos nos EUA perde alguma intensidade. Leia mais

Petróleo em foco

A Arábia Saudita, na prática líder da Opep, fechou um acordo preliminar com a Rússia, que não faz parte do grupo, para a prorrogação dos atuais cortes de oferta de petróleo por um mês, disseram fontes à Reuters.

Ao mesmo tempo, sauditas e russos elevaram a pressão sobre países que não têm mostrado bons índices de cumprimento dos cortes pactuados. Leia mais

Zona euro

A atividade empresarial da zona do euro sofreu outra contração devastadora em maio e, embora existam sinais de que o pior acabou, pode levar meses para que haja um retorno ao crescimento, mostrou nesta quarta-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do IHS Markit. Leia mais

 

Mercado brasileiro

O Dólar

O dólar à vista abriu a terça-feira (02) em baixa e ao fim do dia, era negociado a R$ 5,2086, em forte queda de 3,34%, ajudado pelo cenário externo mais positivo, diante da retomada das economias e certo alívio na política doméstica, com profissionais das mesas de câmbio relatando que a busca pelo presidente Jair Bolsonaro por alianças no Congresso traz otimismo sobre sua governabilidade e chance de aprovar reformas. Nesse ambiente, o real teve o melhor desempenho nesta terça-feira, 2, ante o dólar no mercado internacional, considerando uma cesta de 34 moedas, dia em que o risco-País, medido pelo Credit Default Swap (CDS) de cinco anos caiu para 245 pontos, o menor valor desde 26 de março.

O chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora, Fabrizio Velloni, destaca que há otimismo no mercado externo com a reabertura das economias e a retomada de operações de alguns setores, o que tem ajudado os ativos de risco. A China, por exemplo, começou a demandar mais commodities, o que é positivo para o Brasil, não só para as exportações, mas também para a entrada de mais dólares no País, ressalta ele. Uma das evidências hoje do maior apetite por risco é que o ouro e a prata, que costumam ser vistos como um porto seguro caíram. O dólar também recuou ante emergentes. Leia mais

Ibovespa em alta

O Ibovespa fechou em forte alta nesta terça-feira, superando os 91 mil pontos, em meio ao apetite a risco em um ambiente de elevada liquidez global, com as atenções voltadas para a reabertura das principais economias do mundo, após meses de paralisação em razão do Covid-19.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 2,74%, a 91.046,38 pontos, patamar que havia perdido em março. O volume financeiro somou 29,63 bilhões de reais. Leia mais

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