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Mercado mundial          

Apple ajuda o setor de tecnologia a subir

 

Os mercados de ações dos EUA estão abrindo em leve baixa na terça-feira, consolidando-se após ganhos mais fortes na segunda-feira, liderados pelo setor de tecnologia do índice Nasdaq, que registrou outro recorde.

 

Às 9h05 (horário de Brasília), o contrato Dow futuros caía 101 pontos ou 0,38%, enquanto o contrato S&P 500 futuros caía 0,5% e o contrato futuro do Nasdaq 100 estava em baixa de 0,47%.

 

A Apple estabeleceu uma máxima histórica na segunda-feira, e a fabricante do iPhone está agora a poucos pontos de registrar uma capitalização de mercado de dois trilhões de dólares. O preço da ação a ser observado é de US$ 467,77, antes da empresa sofrer um desdobramento de 4 por 1, em comparação com o nível de fechamento de segunda-feira, a US$ 435,75. Leia mais

 

“Bala de prata” para a Covid-19 pode nunca vir – OMS


O surto de Covid-19 está mostrando sinais de estagnação nos EUA, com novos casos caindo abaixo de 50.000 pelo segundo dia consecutivo e o número de mortes caindo abaixo de mil por dia.

 

Dito isso, o principal especialista em doenças infecciosas do governo dos EUA, Anthony Fauci, disse na segunda-feira que os estados com alta contagem de casos de coronavírus devem reconsiderar a imposição de restrições e de bloqueio, enfatizando a necessidade de levar os casos a um patamar baixo antes da temporada de gripe.

 

Além disso, figuras importantes da Organização Mundial da Saúde alertaram na segunda-feira que o caminho para a normalidade seria longo, e os países tinham que aceitar que talvez nunca houvesse uma “bala de prata” para a Covid-19 na forma de uma vacina perfeita.

 

“Várias vacinas estão agora na fase três de ensaios clínicos e todos esperamos ter várias vacinas eficazes que possam ajudar a prevenir a infecção de pessoas. No entanto, não há nenhuma bala de prata no momento – e talvez nunca exista”, disse o diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus na segunda-feira. Leia mais

 

Mercado brasileiro            

Ajuste externo dita alta do dólar em 1ª sessão de agosto

 

O dólar começou agosto em alta expressiva ante o real, puxado pela correção global na moeda, que no exterior registrou em julho o pior mês em uma década.

 

A valorização nesta segunda-feira foi lastreada em dados melhores do setor manufatureiro nos Estados Unidos, que amenizaram temores sobre desaceleração no ritmo de retomada da maior economia do mundo após uma série de números fracos semanas atrás.

 

O dólar à vista subiu 1,83%, a 5,3142 reais na venda, em dia de amplas oscilações. A moeda variou entre alta de 2,27%, a 5,3371 reais, e queda de 0,12%, para 5,2122 reais.

 

O real teve o pior desempenho global nesta sessão, mas não ficou sozinho na lista de quedas, seguido por peso mexicano (-1,6%), peso colombiano (-0,9%), rand sul-africano (-0,8%) e peso chileno (-0,5%), entre outras divisas emergentes ou correlacionadas às commodities. Leia mais

 

Ibovespa fecha no vermelho após ajustes com blue chips; Itaú sobe antes de balanço

 

O Ibovespa fechou marginalmente no vermelho o primeiro pregão de agosto, nesta segunda-feira, com o declínio de blue chips como Petrobras ofuscando a influência positiva de Wall Street, enquanto Itaú Unibanco subiu 1,5% antes do balanço trimestral.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com variação negativa de 0,08%, a 102.829,96 pontos, numa sessão volátil, marcando 103.863,33 pontos na máxima e 102.304,26 pontos na mínima.

 

O volume financeiro da sessão somou 30,77 bilhões de reais. Leia mais

 

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