De Olho no Mercado

Mercado Mundial – Queda na Índia, a rúpia indiana enfraqueceu-se para uma nova mínima histórica de 74,075 para o dólar, depois que os reguladores da Índia assumiram o controle do quarto maior banco do país, o Yes Bank. O ministro das Finanças, Nirmala Sitharaman, prometeu que o banco honraria as obrigações com os depositantes, mas as autoridades limitaram as retiradas ao equivalente a menos de US$ 700 no momento.

Payroll deve ser ignorado com a escalada do coronavírus, pode ser o relatório de folha de pagamento não-agrícola menos relevante da história recente. O Bureau of Labor Statistics deve atualizar o mundo sobre o estado do mercado de trabalho dos EUA em fevereiro, mas a realidade é que os mercados agora estão focados apenas na disseminação do coronavírus e na resposta da política global a ele. Os analistas esperam que o crescimento da folha de pagamento não-agrícola tenha desacelerado para a criação de 175.000 postos de trabalho, ante aumento de 225.000 em janeiro, enquanto os ganhos médios por hora devem subir novamente para 0,3%, tendo enfraquecido para uma mínima de 11 meses em janeiro.

Mercado Brasileiro – O dólar mostrava volatilidade nesta sexta-feira, oscilando entre territórios positivo e negativo em relação ao real, com os investidores atentos à atuação do Banco Central no câmbio depois da disparada da moeda norte-americana por 12 dias consecutivos, a sucessivas máximas recordes. Nesta sessão, o Banco Central realizou leilão de 40 mil contratos de swaps tradicionais, vendendo o total da oferta de 2 bilhões de dólares, dobrando a oferta em relação aos três leilões de até 20 mil contratos cada que aconteceram na quinta-feira. A medida extraordinária veio depois do salto do dólar por 12 sessões seguidas, renovando sua máxima recorde para fechamento nas últimas dez. Na quinta-feira, o dólar à vista fechou em alta de 1,54%, a 4,651 reais na venda.

Às 10:11, o dólar recuava 0,12%, a 4,6456 reais na venda, e chegou a tocar a máxima histórica de 4,6730 reais apesar das intervenções do Banco Central. O principal contrato futuro da moeda norte-americana tinha ganho de 0,77, a 4,6515 reais.

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