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De Olho no Mercado

Mercado Mundial – O número de mortos pelo surto de coronavírus chinês atingiu 910, mais do que o vírus da SARS em 2002 e 2003, após um fim de semana sem redução significativa na taxa de mortes e em meio à crescente preocupação de que as autoridades chinesas possam estar subnotificando a incidência de novos casos e fatalidades.

A Organização Mundial da Saúde, que anteriormente elogiou a China por sua transparência, alertou que o que tem sido visível até agora pode ser apenas “a ponta do iceberg”. A mídia estatal chinesa informou que um cientista sênior local disse que o período de incubação pode ser de até 24 dias, em vez dos 14 estimados anteriormente.

Mercado Brasileiro – Depois de fechar na máxima histórica de 4,3210 reais no último pregão, o dólar operava em leve queda contra o real nesta segunda-feira, mas seguia acima de 4,30 em meio a temores generalizados sobre o impacto econômico do surto de coronavírus na China.

Às 10:13, o dólar recuava 0,17%, a 4,3135 reais na venda. O contrato mais líquido de dólar futuro tinha queda de 0,15%, a 4,319 reais.

O Banco Central divulgou nesta segunda-feira (10) mais uma edição do Boletim Focus, com analistas de mercado projetando o desempenho da economia brasileira nos próximos anos. O documento trouxe mais uma redução na estimativa do IPCA e também manteve a estimativa de que a Selic deva fechar o ano em 4,25%.

As novas projeções apontam para a inflação oficial de 2020 recuando de 3,40% para 3,25%, retração pela sexta semana consecutiva, sendo que há quatro semanas a aposta era de 3,58%. A aposta para o fechamento do calendário segue abaixo do centro da meta de 4,00% e dentro da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Já para 2021, os analistas mantiveram as projeções do IPCA das últimas 60 semanas, estimando uma alta de 3,75%, dentro do centro da meta estabelecida para o ano que vem.

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