De olho no mercado – 14 de julho de 2020

Mercado mundial          

China registra primeiro crescimento das importações desde pandemia, exportações sobem em junho

As importações da China subiram pela primeira vez desde que a crise do coronavírus paralisou a economia, uma vez que o estímulo do governo alimentou a demanda por commodities, enquanto as exportações foram impulsionadas por produtos médicos e avançaram em sinal de que a recuperação está ganhando força.

 

As importações da China em junho subiram 2,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, mostraram dados da alfândega nesta terça-feira, contra expectativa do mercado de queda de 10%. Elas haviam caído 16,7% no mês anterior.

 

As exportações também aumentaram inesperadamente, marcando um ganho de 0,5% que sugere que a demanda global está começando a subir de novo conforme muitos países começam a aliviar as medidas contra o vírus. Analistas estimavam recuo de 1,5% após queda de 3,3% em maio. Leia mais

 

Petróleo se firma com evidências de compra chinesa; Relatório da OPEP é esperado

 

Os preços do petróleo se estabilizaram durante a noite, após se enfraquecer na segunda-feira em resposta às notícias da Califórnia, que lançam novas dúvidas sobre a trajetória da demanda de combustível.

Os sinais de compra recorde pelos importadores chineses em junho agiram como contrapeso. As importações de petróleo bruto para a China subiram para um recorde de 12,99 milhões de barris por dia em junho, um aumento de mais de 3,3 milhões de barris/dia em relação a maio. Leia mais

 

 

Mercado brasileiro

Dólar sobe para R$ 5,388 e fecha no maior nível em duas semanas

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e fechou no maior valor em duas semanas. A bolsa de valores, que tinha encerrado a semana passada no maior nível em quatro meses, reverteu a alta dos últimos dias e voltou a fechar abaixo dos 100 mil pontos.

 

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (13) vendido a R$ 5,388, com alta de R$ 0,064 (+1,21%). A moeda operou em alta durante toda a sessão, mas acelerou nos minutos finais de negociação até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 34,27% em 2020.

 

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu durante quase todo o dia, mas reverteu o movimento e passou a cair na hora final de negociação, fechando a segunda aos 98.697 pontos, recuo de 1,33%.

 

O dólar e o câmbio passaram a registrar volatilidade após o governo da Califórnia anunciar o fechamento de diversos setores da economia decorrente da subida de casos de covid-19 no estado norte-americano. No início do dia, as bolsas na maior parte do planeta subiam refletindo a liberação de testes de duas vacinas pela agência reguladora de saúde nos Estados Unidos e um possível anúncio de nova rodada de estímulos pelo Banco Central Europeu. Leia mais

 

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