De olho no mercado – 18 de outubro de 2019

De olho no mercado

Mercado Mundial –  A economia chinesa cresceu em sua taxa mais lenta em quase 30 anos no terceiro trimestre, enquanto a disputa comercial com os EUA cobra um pedágio cada vez mais pesado. O Produto Interno Bruto cresceu a uma taxa anual de 6,0% nos três meses até setembro, abaixo dos 6,2% no segundo trimestre e abaixo dos 6,1% esperados pelos analistas. Os futuros dos EUA devem abrir estáveis, consolidando ganhos obtidos com base em balanços bastante decentes e progresso na saga do Brexit  Depois de um avanço em Bruxelas na quinta-feira, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, agora precisa aprovar sua lei de retirada da União Europeia em uma Câmara dos Comuns que votou três vezes contra a versão de sua antecessora (à qual tem mais do que uma semelhança). A votação está marcada para uma sessão extraordinária no sábado. No entanto, Johnson não tem maioria na Câmara dos Comuns e, mesmo que a lei seja aprovada, os oponentes do Brexit ainda terão a chance de forçar um referendo quando o governo apresentar legislação para implementar o acordo de retirada.

Mercado Brasil – O Banco do Brasil (SA:BBAS3) precificou na véspera oferta secundária de ações a 44,05 reais por papel, em operação que movimentou 5,8 bilhões de reais, de acordo com documento disponibilizado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta sexta-feira. A oferta contempla 132.506.737 ações, tendo como acionistas vendedores o próprio banco (64.000.000 ações) e o Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FI-FGTS (68.506.737 ações). O dólar tinha queda moderada ante o real nos primeiros negócios desta sexta-feira, num dia de dólar amplamente fraco no mundo, após na véspera a cotação no mercado doméstico ter fechado no maior patamar em mais de três semanas.O mercado aguardava ainda falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que segue em Washington participando de eventos relacionados a reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.Por volta de 9h07, o dólar à vista caía 0,25%, a 4,1602 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de maior liquidez recuava 0,11%, a 4,1630 reais. Na véspera, o dólar spot fechou a 4,1702 reais na venda, maior valor para um encerramento desde 23 de setembro (4,1709 reais na venda). No exterior, o índice do dólar contra uma cesta de divisas recuava 0,15%

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