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Mercado mundial          

Dólar fecha em R$ 5,21 com primeira fase da reforma tributária

Recentemente, os Estados Unidos têm movimentado documentos envolvendo um dólar digital. Os estudos ficaram mais intensos após a Libra e a crise econômica causada pelo coronavírus.

 

Entretanto, economistas disseram a Forbes que o projeto está atrasado, e que os EUA “chegaram tarde no jogo”.

 

Uma tendência de moedas digitais de bancos centrais, ou CBDCs, está se formando.

 

Nesse sentido, os Estados Unidos começaram a organizar um conceito de dólar digital. Contudo, a China já está caminhando para a reta final de seu yuan digital. Leia mais

 

 

Ações devem abrir em alta; balanços de tecnologia esperados, foco na AT&T

Os mercados de ações dos EUA estão prestes a abrir em alta, com os resultados da Tesla e – em menor grau, da Microsoft (NASDAQ:MSFT) – ajudando o sentimento positivo.

 

A Microsoft superou as expectativas dos analistas com um aumento de 13% nas vendas e um lucro líquido de US$ 11,2 bilhões, embora alguns tenham ficado desapontados com o crescimento das vendas em seu negócio de hospedagem em nuvem, Azure, que desacelerou para menos de 50%.

 

Às 8h40 (horário de Brasília), o contrato futuro da Dow subia 93 pontos, ou 0,3%, enquanto o contrato futuro do S&P 500 subia 0,3% e o contrato futuro da Nasdaq 100 subia 0,7%.

 

Os balanços de quinta-feira são liderados por Amazon (NASDAQ:AMZN) e Intel (NASDAQ:INTC) após o fechamento do pregão, e pela AT&T (NYSE:T) antes da abertura.

 

 

Commodities subindo enquanto o dólar enfraquece

Os preços do petróleo estão novamente testando elevações pós-pandemia depois de ignorar um aumento surpreendente nos estoques dos EUA na semana passada. O aumento de 4,9 milhões de barris em estoque relatado pelo governo não foi tão extremo quanto a estimativa de 7,5 milhões de barris do Instituto Americano de Petróleo na terça-feira. Leia mais

 

 

Mercado brasileiro            

Correção persiste e dólar vai às mínimas em mais de 5 semanas ante real

O dólar voltou a mostrar firme queda nesta quarta-feira e o real mais uma vez liderou os ganhos entre as principais divisas, com operadores citando ajustes de posições no mercado de câmbio em meio a nova sessão de enfraquecimento global da moeda norte-americana.

 

O dólar à vista caiu 1,87%, a 5,1143 reais na venda, menor patamar desde 12 de junho (5,0454 reais).

 

A cotação oscilou em queda durante todo o pregão. Na mínima, cedeu a 5,0835 reais (-2,46%), enquanto na máxima marcou 5,2035 reais (-0,15%).

 

Na B3, o dólar futuro tinha baixa de 1,30%, a 5,1070 reais, às 17h09.

 

“Caso o cenário internacional mantenha o clima atual, de ânimo para uma retomada definitiva, poderemos ver na próxima semana a moeda norte-americana cotada a menos de 5 reais”, disse Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora. “Para isso, a briga entre e a China e os Estados Unidos precisa ser solucionada de forma tranquila, assim como a pandemia não pode fugir do atual patamar de controle”, acrescentou. Leia mais

 

 

Ibovespa oscila sem viés definido, enquanto Weg dispara após resultado

A bolsa paulista não mostrava uma tendência clara nesta quarta-feira, com Weg disparando após abrir a temporada de resultados do Ibovespa com alta de 32% no lucro do segundo trimestre, apesar dos efeitos da pandemia de Covid-19, enquanto a queda de blue chips pressionava negativamente.

 

Às 12:17, o Ibovespa caía 0,31%, a 103.986,64 pontos. Na máxima até o momento, chegou a 104.979,95 pontos. Na mínima, registrou 104.063,78 pontos. O volume financeiro era de 11,7 bilhões de reais. Leia mais

 

 

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