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Mercado mundial          

Medo de recuperação lenta dos EUA como mercado de trabalho e negociações de estímulo paralisadas

As preocupações de que a recuperação econômica dos EUA possa estar perdendo fôlego enviaram um calafrio aos mercados globais, atingindo ativos de risco e apoiando refúgios.

 

O rendimento no título de 10 anos dos EUA caiu para 0,56%. Ele só fechou abaixo desse nível uma vez, em abril. Os futuros de ouro, no entanto, não conseguiram ultrapassar o nível de US$ 1.900 pelo segundo dia consecutivo.

 

A medida foi desencadeada na quinta-feira por uma combinação de um aumento semanal de pedidos de desemprego e um novo atraso no anúncio dos planos republicanos para o próximo pacote de medidas de estímulo. Agora, só serão publicados na próxima semana, de acordo com Mitch McConnell, líder do Senado. Leia mais

 

 

Euro atinge alta de 22 meses com o retorno da zona do euro ao crescimento

O dólar perdeu terreno em relação a muitas outras moedas, reforçando as suspeitas de que haverá um declínio prolongado em relação aos pares do mundo desenvolvido. A divisa norte-americana perdeu seu prêmio de taxa de juros e o país parece estar à beira de outra recaída econômica.

 

O índice do dólar, que acompanha o dólar norte-americano em comparação com uma cesta de seis moedas desenvolvidas, ficou abaixo de sua mínima de abril para atingir o menor nível desde setembro de 2018. O euro, em particular, ganhou em geral, quebrando US$ 1,16 pela primeira vez em quase duas anos.

 

A moeda única também foi sustentada pelo lançamento de índices de gerente de compras mais fortes do que o esperado em todo o continente. O PMI composto da Zona Euro do HIS Markit subiu para 48,8 em julho, ante 48,1 em junho, uma leitura que sugere que a economia parou de encolher no início do terceiro trimestre. Leia mais

 

 

Mercado brasileiro            

Exterior respalda ajuste e dólar tem maior alta em um mês

O dólar teve firme alta ante o real nesta quinta-feira, devolvendo parte das quedas das últimas três sessões, em um clássico dia de aversão a risco nos mercados externos por receios sobre o ritmo de recuperação dos Estados Unidos em meio a temores de efeitos econômicos de tensões EUA-China.

 

O dólar à vista subiu 1,96%, a 5,2145 reais na venda, maior alta diária desde 26 de junho (+2,58%).

 

A moeda oscilou em alta durante todo o pregão. Na máxima, foi a 5,2235, ganho de 2,14%, e na mínima marcou 5,12 reais, leve valorização de 0,11%.

 

Na B3, o dólar futuro (DOLc1) avançava 1,95%, a 5,2210, às 17h19.

 

O salto do dólar spot nesta quinta mais do que apagou a queda de 1,87% da véspera e quebrou uma sequência de três baixas, na qual a cotação acumulou perda de 4,98%. Leia mais

 

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