De olho no mercado – 25 de novembro de 2019

De olho no mercado

Mercado mundial – Os futuros dos EUA apontaram para uma abertura mais alta em Wall Street na segunda-feira, no início de uma semana curta, após relatos de que Washington e Pequim estavam chegando a um acordo comercial. O jornal chinês Global Times, apoiado pelo Estado, disse na segunda-feira que a China e os Estados Unidos estavam “muito próximos” de um acordo comercial inicial, aumentando o otimismo a partir de sexta-feira, quando os presidentes de ambos os países reiteraram seu desejo de um acordo.

Às 7h55 da manhã, os Futuros do Dow subiam 80 pontos, ou 0,3%. S&P 500 futuros subiam 0,2% e Nasdaq 100 futuros subiam 0,4%.Tommy Hilfiger e PVH, a controladora da Calvin Klein, devem divulgar seus ganhos antes da abertura, enquanto a Hewlett Packard e a Palo Alto Networks devem fazê-lo após o fechamento.

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell deve falar no jantar anual da Câmara de Comércio da Grande Providência na segunda-feira e deve ressaltar que o Banco Central americano não tem pressa em reavaliar o caminho das taxas de juros. O Fed reduziu as taxas três vezes até agora este ano.

Em testemunho ao Congresso sobre as perspectivas econômicas na semana passada, Powell disse que o impacto dos cortes deste ano ainda deve ser sentido e permitirá que o Banco Central provavelmente faça uma pausa em novos movimentos de taxas, a menos que haja uma mudança “material” nas perspectivas econômicas.

O Fed tem mais uma reunião de definição de taxa de juros antes do final do ano, de 10 a 11 de dezembro, mas os investidores agora vêem o Fed mantendo as taxas de juros inalteradas até pelo menos meados de 2020.

Mercado Brasileiro – Em semana de definição da última Ptax de novembro, na sexta-feira, o mercado de câmbio começa a segunda-feira com um leilão de linha com recompra de US$ 1,5 bilhão, das 10h15 às 10h20, para rolagem do vencimento de linha de 3 de dezembro. Antes disso, os agentes vão monitorar, após a abertura dos negócios, os dados de conta corrente do governo em outubro, às 9h30, por meio da Nota do Setor Externo. Na sexta-feira passada, a moeda americana fechou estável no mercado à vista, a R$ 4,1929, mas acumula alta de 4,58% em novembro e de 8,31% em 2019 até o momento.

No exterior, o sinal é positivo nos mercados diante da esperança de um desfecho favorável nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert O’Brien, disse no sábado que ainda é possível que seu país e a China fechem um acordo comercial preliminar antes do fim do ano. Já a China elevará penas para violações a direitos de propriedade intelectual.

Nos mercados de moedas, o índice DXY, que compara o dólar em uma cesta de seis moedas fortes, operava com viés de alta de 0,03% às 8h40, enquanto o dólar exibia sinais mistos e bem perto da estabilidade em relação a divisas emergentes ligadas a commodities. Mais cedo, no Reino Unido, a libra esterlina se fortaleceu em relação ao dólar, à medida que o governista Partido Conservador manteve a liderança nas pesquisas de opinião do fim de semana para as eleições do Reino Unido antecipadas para 12 de dezembro. Ante as divisas da América do Sul, no mesmo horário, o dólar recuava 0,56% ante o peso chileno; a moeda americana também cedia 0,07% ante o peso colombiano; mas ainda não havia registro de negócios com o peso Argentino e o peso uruguaio.

A bolsa paulista começava a segunda-feira sem um tendência clara, com a alta de 2% do Ibovespa na semana passada abrindo espaço para alguma realização de lucros, enquanto notícias sobre as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China favoreciam expectativas de um acordo entre as duas economias.

Às 10:11, o Ibovespa subia 0,05 %, a 108.743,58 pontos.

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