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Outubro se encerra em uma semana de extrema volatilidade, dados econômicos e corporativos que mexeram com o mercado, situações políticas desafiadoras e o retorno da pandemia.

 

A expectativa sempre renovada de um plano de estímulos nos EUA, sustentou um mercado local e global positivo até o início desta semana, onde o Ibovespa chegou a acumular no mês uma alta próxima de 8%, o que rechaçaria o Setembro ruim e sem rumo.

 

Porém, como o mercado não recebeu o estímulo necessário, se instalou uma crise de abstinência que trouxe à tona o problema pandêmico, alimentado em diversas ocasiões por governos buscando soluções já notadamente ineficazes para um problema ainda considerado novo.

 

Ao mercado local, a dissolução da pax romana (paz entre os poderes)  e a equipe econômica veio em estonteante velocidade com as declarações de Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados, ao rebater que a pauta no Congresso não anda por conta da base do Governo, e não por usa condução.

 

Em meio às emoções do atual cenário, o Banco Central do Brasil decide que as pressões inflacionárias de curto prazo, com IGP-M acima de 20% a.a estão dentro do parâmetro, que a incerteza fiscal não aumentou com a elevação do tom da disputa política local, e que a pandemia não é também um elemento relevante de piora do cenário fiscal, caso se instale em terra brasilis.

 

Destaque hoje aos dados de renda e gastos pessoais nos EUA e no Brasil, setor público consolidado, desemprego e inflação ao atacado.

 

 

Notícias

 

Mercado Externo

 

Economia da Alemanha crescerá a ritmo moderado, diz ministro

 

A atividade econômica na Alemanha deve continuar a um ritmo moderado, afirmou nesta sexta-feira o ministro da Economia, Peter Altmaier, acrescentando que uma recuperação total da pandemia de Covid-19 deverá ocorrer em 2022 no máximo. Leia mais

 

 

Europa: bolsas tentam recuperação com covid e eleição nos EUA jogando contra PIB

 

Os mercados acionários na Europa atravessam uma manhã de instabilidade e tentam se firmar no azul, em meio à tensão com o aumento de bloqueios para conter a segunda onda de covid-19 e a ansiedade com as eleições dos Estados Unidos, na semana que vem. Na outra vertente, a forte expansão da atividade na França, Espanha, Alemanha e Itália, além da zona do euro, no terceiro trimestre, e o tom “dovish” do Banco Central Europeu (BCE), que prometeu ontem novas medidas de relaxamento em breve, servem de fôlego. Os dados são, contudo, uma fotografia do passado e a pergunta que os investidores se fazem é o que virá adiante, com as economias se fechando novamente para conter o vírus. Leia mais

 

 

PIB da zona do euro salta mais que o esperado no 3º tri, preços caem

 

A economia da zona do euro se recuperou com muito mais força do que o esperado no terceiro trimestre depois da contração provocada pela pandemia nos três meses anteriores, mostraram dados preliminares da agência de estatísticas da UE, devido principalmente ao salto na Itália, França e Espanha.

 

Mas os preços ao consumidor continuaram a cair em outubro como esperado, estimou a Eurostat, pressionados pela queda dos custos de energia apesar dos preços mais altos de alimentos, álcool e tabaco. Leia mais

 

 

 

Economia da Alemanha cresce recorde de 8,2% no 3º trimestre

 

A economia da Alemanha cresceu a um recorde de 8,2% no terceiro trimestre e a maior economia da Europa se recuperou parcialmente da pior recessão histórica causada pela pandemia de Covid-19, mostraram dados da Agência Federal de Estatísticas nesta sexta-feira.

 

O salto da produção entre julho e setembro foi o maior desde que a agência começou a coletar os dados de crescimento trimestral em 1970 e foi mais forte do que a alta de 7,3% esperada em pesquisa da Reuters. Leia mais

 

 

 

Ações da China fecham em baixa; consumo e bancos ajudam mercados a ter ganhos no mês

 

O mercado acionário da China fechou em baixa nesta sexta-feira, pressionado por empresas de alimentos e bebidas após crescimento mais lento dos lucros no terceiro trimestre, embora os índices tenham registrado ganhos mensais com a força dos papéis de consumo discricionário e de bancos.

 

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,47%. Leia mais

 

 

 

Economia da França deverá contrair 11% em 2020, diz ministro

 

A economia da França deve encolher 11% em 2020, contra estimativa anterior de contração de 10%, afirmou nesta sexta-feira o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, à rádio France Inter.

 

O novo lockdown nacional na França, adotado para tentar conter o ressurgimento da pandemia de Covid-19, deverá afetar a economia já que muitas lojas e empresas terão que fechar novamente, assim como aconteceu em março. Leia mais

 

 

 

Bolsas da Ásia fecham em baixa, pressionadas por covid e antes de eleição nos EUA

 

As bolsas asiáticas fecharam em baixa generalizada nesta sexta-feira, numa semana marcada por temores com o avanço da covid-19 pelo mundo e por ansiedade antes da eleição presidencial americana. O índice acionário japonês Nikkei caiu 1,52% em Tóquio, a 22.977,13 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 1,95% em Hong Kong, a 24.107,42 pontos, o sul-coreano Kospi sofreu queda de 2,56% em Seul, a 2.267,15 pontos, e o Taiex apresentou baixa de 0,92% em Taiwan, a 12.546,34 pontos.

 

Na China continental, os mercados também ficaram no vermelho, interrompendo uma sequência de três pregões de ganhos. O Xangai Composto caiu 1,47% – registrando sua maior perda diária em mais de um mês – a 3.224,53 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 2,29%, a 2.198,07 pontos. Ontem, líderes chineses aprovaram um novo plano econômico para o período de 2021 a 2025, após concluírem reunião de quatro dias. Leia mais

 

 

 

Mercado Interno

 

Dólar abre em alta nesta sexta-feira

 

O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (30), caminhando para fechar a semana e o mês com valorização, em meio às preocupações com a trajetória da dívida pública e com uma nova rodada de lockdowns na Europa afetando as perspectivas para a recuperação da economia global.

 

Às 9h02, a moeda norte-americana subia 0,34%, cotada a R$ 5,7850. Leia mais

 

 

 

Ibovespa: As ações que decepcionaram nos últimos 10 meses

 

Desde que a pandemia de coronavírus fez o Ibovespa amargar queda de 30% em março, aos 73.019 pontos, o índice entrou em trajetória de recuperação. Agora, a bolsa brasileira enfrenta uma montanha russa: desde agosto tem patinado entre os 90 e 100 mil pontos.

 

“Todo mundo se perguntou como seria a recuperação pós-pandemia: se seria em V, em W e etc. Agora o mercado está brincando que a recuperação está em K, ou seja, alguns segmentos se recuperaram muito, enquanto outros continuam caindo. Se você tira meia dúzia de ativos com as maiores valorizações, o Ibovespa fica com queda de quase 30%”, afirma João Beck, especialista em investimentos e sócio da BRA. Leia mais

 

 

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