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Mercado mundial

China aprova lei a Hong Kong; EUA retaliam

O principal órgão legislativo da China aprovou uma nova lei de segurança nacional que reforça o controle de Pequim sobre a cidade anteriormente autônoma.

 

O governo dos EUA respondeu retirando o status especial de comércio que havia concedido à cidade.

 

A notícia chegou em um dia em que a economia chinesa deu mais uma prova de sua recuperação, com o Índice de Gerentes de Compras subindo mais do que o previsto para 50,9, e o índice não industrial também subindo para 54,4, de 53,6 no mês anterior. Isso foi suficiente para elevar o preço do cobre acima de US$ 2,70 a libra pela primeira vez desde janeiro. Leia mais

 

 

Inflação da zona do euro acelera inesperadamente em junho

A inflação na zona do euro acelerou inesperadamente em junho, mas o núcleo da alta dos preços perdeu força de novo, destacando os temores de que a inflação permanecerá anêmica por anos conforme o bloco se recupera da maior recessão na história.

 

A inflação anual nos 19 países que usam o euro acelerou a 0,3% em junho ante a mínima de quatro anos de 0,1% em maio, superando a expectativa de estabilidade e sustentando a expectativa do Banco Central Europeu de que uma deflação pode ser evitada.

 

O BCE tem como meta inflação de 2%, mas não a alcança há sete anos, cenário que deve permanecer ao menos até 2022. Leia mais

 

Mercado brasileiro

Dólar começa semana em queda ante real em meio a dados melhores no Brasil

O dólar fechou em queda nesta segunda-feira, com a moeda norte-americana devolvendo parte dos fortes ganhos da semana passada, que colocaram o real entre as divisas de pior desempenho.

 

Dados melhores que o esperado do mercado formal de trabalho no Brasil ajudaram no ajuste desta sessão, indicando alguma chance de tombo menos intenso na atividade econômica por causa da pandemia do Covid-19. Leia mais

 

 

 

Ibovespa fecha em alta e segue para melhor trimestre desde 2003

A bolsa paulista fechou em alta nesta segunda-feira, após uma semana de perdas, embalada pelo maior apetite a risco nos mercados globais, com dados econômicos melhores em um cenário de elevada liquidez prevalecendo sobre a alta de casos de Covid-19.

 

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,03%, a 95.735,35 pontos, reforçando a trajetória que deve garantir mais um mês positivo (+9,5% até o momento) e provavelmente o melhor trimestre desde 2003 – até esta sessão, a alta no período alcança 31,1%. O volume financeiro nesta sessão somou 22,35 bilhões de reais. Leia mais

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