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Hoje em dia o assunto Democracia é pauta em qualquer discussão. Não importa o nível de conhecimentos sobre o tema, o viés político dos interlocutores, entre outros.

 

Muito se fala sobre o valor da democracia, pouco se discute sobre a aplicabilidade do conceito democrático em todos os aspectos da nossa vida.

 

Uma das tantas definições de Democracia do Dicionário Michaelis diz que Democracia é:

“Forma de governo que tem o compromisso de promover a igualdade entre os cidadãos”

 

Esta frase tem tantas derivadas que precisaríamos de muitos artigos similares para tratar cada ângulo de nossa existência sob o prisma democrático. Por isso, naturalmente, vou abordar o mais próximo da realidade corporativa que vivo e que recentemente rendeu muitas discussões.

 

O Itaú-Unibanco, maior grupo financeiro do país em valor de mercado hoje, lançou recentemente uma campanha publicitária que tocou em assuntos que incomodaram boa parte do mercado, principalmente aquela composta por Agentes Independentes de Investimentos, levando ao cerne da discussão mais uma vez a liberdade de escolha e visão do cliente.

 

Sem adotar nenhum partido sobre este tema especificamente (Afinal, não seria democrático), apenas jogo uma luz sobre o assunto, colocando estes dois temas tão atuais sob o prisma do Câmbio, nosso core business. Democracia e Serviços Financeiros: modo de fazer.

 

Quando o assunto é câmbio, a definição do Dicionário Michaelis ainda não é colocada em prática. Segundo dados do Banco Central, quase 99% de todo o volume de câmbio no Brasil em 2019 foi movimentado por médios e grandes bancos.

 

Estes Bancos acabam por amarrar o cliente em determinados produtos, como empréstimos, folhas de pagamentos, cobrança, entre outros, travestindo uma teórica conveniência em spreads que podem chegar a quase 10% em operações de câmbio comercial e turismo, sem contar as tarifas de contrato e outras, que podem simplesmente tornar uma remessa internacional algo muito caro e inacessível à grande maioria das pessoas, sem contar as pequenas e médias empresas.

 

Para que a DEMOCRACIA efetivamente seja praticada, como vimos, a definição do termo envolve especialmente a IGUALDADE.

 

Promover igualdade implica em abrir mão de algum benefício próprio em prol do coletivo. Isso é muito difícil, especialmente quando se trata de grandes corporações, com suas obrigações com acionistas, mesmo com os bonitos dizeres sobre a missão, visão e valores.

 

Desta forma, uma boa parte do componente democrático depende da outra parte da nossa definição: os CIDADÃOS.

 

Exercer a cidadania é, em grande parte, conhecer seus direitos e fazer com que os mesmos sejam respeitados, amparados pelo princípio da IGUALDADE, o grande pilar da DEMOCRACIA.

 

Desta forma, se você não buscar seu direito de pagar menos tarifas, pagar menos taxas, pagar menos spread, ter um serviço rápido e de qualidade com preço justo, pouco vai mudar.

 

A boa notícia é que estamos aqui para te ajudar. Já lutamos por isso há muito tempo e convidamos você a conhecer nosso portfólio de serviços de câmbio que procuram democratizar a compra de papel moeda e as remessas internacionais para clientes e parceiros, sejam individuais, sejam corporativos. Com qualidade, segurança, agilidade e PREÇO JUSTO.

 

Democracia se faz com cidadãos atentos. Preste atenção nos serviços financeiros, pesquise as melhores opções.

 

E pode contar com a gente.

 

Sergio Sabino

Head de Marketing & Pessoas – Frente Corretora

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