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Um descolamento do mercado local das bolsas internacionais garantiu ao menos uma sessão mais calma quando comparado com o exterior, marcado pela lentidão da aprovação do pacote de estímulos nos EUA, avanços da pandemia e uma série de balanços corporativos.

 

O mercado estímulo-dependente volta facilmente suas atenções aos problemas correntes quando não existem ao menos sinais de injeções de recursos na economia e com isso, as discussões sobre possíveis novos lockdowns na Europa ganham corpo.

 

Diferente de março, os governos agora devem ter especial dificuldade em implantar medidas de restrição à locomoção, principalmente pela curva de aprendizado do tratamento da doença, pelas estatísticas de menor mortalidade, mas pela pesada fadiga mental que as medidas até agora trouxeram e os fortes impactos econômicos.

 

Neste cenário, muitas localizações já registram enfrentamento e desobediência civil em quando medidas são adotadas e em outras, a perspectiva de fechamento já eleva as tensões entre a população e os governos.

 

Se forem novamente excessivas, muitos governos terão muitos problemas para garantir a paz social.

 

Nos EUA, ainda que não ligado ao mercado, chama a atenção para a aprovação do nome de Amy Coney Barrett para a suprema corte dos EUA, tornando-a a mais conservadora dos últimos anos, uma demanda forte dos republicanos.

 

Com isso, Trump garante que mesmo não eleito, uma série de medidas dos democratas perderão força se forem ao nível de mudança constitucional.

 

O primeiro dia de reunião do COPOM traz à autoridade monetária o desafio de alterar seu discurso insistente de abertura de espaço para futuros cortes de juros e definir por um ‘fechamento definitivo da porta’ no curto prazo, em meio aos desafios tanto inflacionários, quanto fiscais.

 

A se ver para crer.

 

Destaque hoje aos dados de mercado imobiliário, pedidos de bens duráveis e confiança do consumidor americano e o IPC-Fipe semanal aos 1,1%.

 

 

 

Abertura de mercados

 

A abertura na Europa é negativa e os futuros NY abrem em alta, com o aumento dos casos de COVID-19 no hemisfério norte e balanços.

 

Em Ásia-Pacífico, dia misto, com resultados fortes do HSBC.

 

O dólar opera em alta contra a maioria das divisas centrais, enquanto os Treasuries operam negativos em todos os vencimentos.

 

Entre as commodities metálicas, dia misto, altas no minério de ferro e cobre.

 

O petróleo abriu em alta em Londres e Nova York com o mercado de olho nos resultados da BP.

 

 

 

Notícias

 

Mercado Externo

 

 

Investimento estrangeiro direto global cai pela metade no 1º semestre de 2020, diz ONU

 

O investimento estrangeiro direto global despencou 49% no primeiro semestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior e caminha para uma queda de até 40% no ano diante dos temores de uma profunda recessão, informou a Organização das Nações Unidas nesta terça-feira.

 

O fluxo de investimento estrangeiro direto para as economias da Europa se tornou negativo pela primeira vez na história, caindo a -7 bilhões de dólares de 202 bilhões. Leia mais

 

 

 

Bolsas da Europa têm perdas com preocupação com covid tirando brilho de balanços

 

As bolsas da Europa engrenam mais um dia de perdas em meio às preocupações crescentes do reflexo da segunda onda de covid-19 na economia mundial. Enquanto monitoram a disseminação do vírus nos países do Velho Continente e nos Estados Unidos – fora o imbróglio fiscal -, digerem mais uma leva de resultados, com o setor de energia em queda enquanto o bancário sobe após gigantes como o HSBC, com sede em Londres, e o espanhol Santander (MC:SAN) revelarem os números do terceiro trimestre.

 

Às 7h09 (de Brasília), o Stoxx-600, que representa 90% das ações europeias, apresentava retração de 0,51%, a 354,14 pontos. Com mais um pregão de perdas, o índice renovou a baixa em um mês, quando atingiu 355,51 pontos, e ainda chegou ao menor nível desde meados de junho. Leia mais

 

 

 

Bancos apertaram condições de crédito no 3º trimestre, diz BCE

 

Os padrões de crédito se tornaram mais restritos na zona do euro no terceiro trimestre, disse o Banco Central Europeu na terça-feira, um sinal de que bancos começaram a limitar empréstimos antes mesmo do recente aumento de casos de coronavírus.

 

As diretrizes internas dos bancos se tornaram mais rigorosas entre julho e setembro para empréstimos corporativos, hipotecas, crédito ao consumidor e outros financiamentos às famílias, de acordo com pesquisa do BCE sobre a oferta de crédito do setor. Leia mais

 

 

 

Ásia: setores de saúde e materiais básicos impulsionam mercado da China

 

O índice acionário de Xangai fechou em alta em uma sessão fraca nesta terça-feira, uma vez que os ganhos nos setores de materiais básicos e saúde elevaram o índice, mas um crescimento mais lento dos lucros industriais em setembro destacou os contínuos desafios para a recuperação da China.

 

Os lucros das empresas industriais da China subiram 10,1% em setembro na comparação anual, quinta alta mensal seguida mas em desaceleração ante agosto, mostraram nesta terça-feira dados da Agência Nacional de Estatísticas. Leia mais

 

 

 

Bolsas da Ásia fecham em baixa, de olho em covid-19 e acordo nos EUA

 

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, ainda pressionadas pela disseminação da covid-19 e pela falta de um novo acordo fiscal nos EUA, e também na esteira do fraco desempenho dos mercados acionários americanos. O índice japonês Nikkei teve perda marginal de 0,04% em Tóquio hoje, a 23.485,80 pontos, e o Hang Seng recuou 0,53% em Hong Kong, a 24.787,19 pontos – após não operar ontem devido a um feriado local -, enquanto o sul-coreano Kospi cedeu 0,56% em Seul, a 2.330,84 pontos, e o Taiex registrou modesta queda de 0,26% em Taiwan, a 12.875,01 pontos.

 

O viés negativo vem em meio à propagação do novo coronavírus, que ontem ultrapassou a marca de 43 milhões de infectados, com mais de 1,1 milhão de mortos. A situação é particularmente delicada na Europa e nos EUA, que vêm registrando recordes de novos casos diários. Leia mais

 

 

 

Mercado Interno

 

 

 

BC inicia hoje penúltima reunião do ano para definir taxa Selic

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (27), em Brasília, a penúltima reunião de 2020 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 2% ao ano, seu mínimo histórico. Amanhã (28), ao fim do dia, após a segunda parte da reunião, será anunciada a nova taxa.

 

A última reunião deste ano será nos dias 8 e 9 de dezembro. Segundo a pesquisa mais recente do BC ao mercado financeiro, a expectativa é que a Selic se mantenha em 2% ao ano até o final de 2020. Para o fim de 2021, estima-se que a taxa básica chegue a 2,75% ao ano. Leia mais

 

 

 

Ibovespa agora: Balanços são contraponto à cautela com covid e pacote fiscal nos EUA

 

Os balanços corporativos ajudam a guiar os mercados globais nesta terça-feira. Sustentam a cautela do investidor o impasse em torno de um pacote fiscal nos Estados Unidos, e a rápida propagação da covid-19 – com o mundo atingindo ontem a marca de 43 milhões de infectados e mais de 1,1 milhão de mortos.

 

No Brasil, o investidor fica em compasso de espera pelo desfecho dos dois dias de reunião do Copom, que começa hoje. No exterior, após as fortes perdas em Wall Street ontem, os futuros de Nova York sinalizam uma tentativa de melhora hoje, mas o fôlego é limitado, especialmente diante da dúvida de que o pacote fiscal nos EUA saia antes da eleição presidencial americana, no dia 3. Leia mais

 

 

 

Dólar opera em queda à espera de decisão sobre juros

 

O dólar opera em queda nesta terça-feira (27), em meio a preocupações ainda persistentes sobre a segunda onda de Covid na Europa e um calendário corporativo cheio. O mercado também aguarda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a taxa de juros, prevista para ser definida na quarta.

 

Às 9h02, a moeda tinha queda de 0,18%, vendida a R$ 5,6048. Leia mais

 

 

 

Construção civil apresenta inflação de 1,69% em outubro, diz FGV

 

O Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), que registra a variação de preços da construção civil nacional, registrou taxa de inflação de 1,69% em outubro deste ano. A taxa é superior a 1,15% observado em setembro.

 

Com o resultado de outubro, o INCC-M acumula taxas de inflação de 6,34% no ano e de 6,64% em 12 meses. Leia mais

 

 

 

Venda de imóveis em São Paulo cresce 12,7% em 12 meses; preços também sobem

O mercado imobiliário na cidade de São Paulo confirmou a trajetória de recuperação em setembro, com expansão dos lançamentos e vendas na comparação anual, de acordo com pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), que monitora imóveis residenciais novos. Com a alta na demanda, os preços dos imóveis também têm subido nas últimas semanas, com a retirada de descontos.

Pelos dados da entidade, a comercialização atingiu 5.147 unidades no mês passado, 18,9% inferior a agosto (quando o setor teve recorde de vendas). Ainda assim, o número representou alta de 19,2% em relação a setembro do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, as vendas totalizaram 49.715 unidades, aumento de 12,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Leia mais

 

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