Semana #48 – Resumo da Semana – De Olho no Mercado

Ouça o nosso podcast com o resumo da semana do dia 07 ao 11/12, disponível também pelo YouTube e Spotify:

 

 

 

 

Notícias da semana

 

Mercado Internacional

 

Bolsas da Ásia fecham mistas, com dado chinês, tensões sino-americanas e covid

 

As bolsas da Ásia encerraram o pregão desta segunda-feira, 7, sem direção única. Se, por um lado, o salto de 21,1% nas exportações da China ofereceram espaço para otimismo, por outro, as tensões sino-americanas e a segunda onda de covid-19 em todo o mundo foram uma pedra no sapato para a tomada de risco no oriente.

 

O índice Kospi, da Bolsa de Seul, fechou em alta de 0,51%, aos 2.745,44 pontos, enquanto o Nikkei, de Tóquio, caiu 0,76%, para 26.547,44 pontos, acompanhado pelo Hang Seng, de Hong Kong, que baixou 1,23%, para 26.506,85 pontos. Leia mais

 

 

 

China diz que se opõe firmemente a interferência dos EUA em seus assuntos

 

A China disse nesta segunda-feira que se opõe firmemente e condena enfaticamente a interferência dos Estados Unidos em seus assuntos internos caso informações da mídia de que Washington prepara novas sanções contra autoridades chinesas por causa da repressão em Hong Kong seja verdade.

 

Se os EUA insistirem em trilhar o caminho errado, a China continuará a adotar contramedidas firmes para resguardar sua soberania e segurança, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Hua Chunying em um briefing. Leia mais

 

 

 

Índices acionários da China fecham em baixa por tensões com os EUA

 

Os índices acionários da China recuaram nesta segunda-feira, pressionados pelo setor financeiro diante de preocupações com as elevadas tensões com os Estados Unidos, embora dados positivos de comércio tenham reduzido as perdas.

 

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,86%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,81%. Leia mais

 

 

 

 

Bolsas da Ásia fecham em queda na maioria, com impasse fiscal nos EUA e covid

 

As bolsas da Ásia fecharam na maioria em território negativo, com investidores atentos ao avanço da covid-19 e a seus impactos na atividade. A dificuldade de os Estados Unidos aprovarem mais estímulo fiscal também foi mencionada como motivo para a fraqueza nas praças, já que isso pesa nas expectativas globais.

 

Na Bolsa de Tóquio, o índice Nikkei terminou em baixa de 0,23%, em 26.756,24 pontos, puxado pelos recuos nas ações de eletrônicos, um dia após o Nikkei atingir nova máxima em 29 anos. Há foco no Japão sobre as políticas do país para se tornar neutro em suas emissões de carbono no futuro, bem como para o aumento da digitalização. Leia mais

 

 

 

Banco Central Europeu deve apresentar outro pacote de estímulo por pandemia

 

O Banco Central Europeu vai apresentar novas medidas de estímulo nesta quinta-feira para impulsionar o bloco monetário afetado pela recessão por tempo suficiente para que a vacina contra o coronavírus seja distribuída e a economia comece a melhorar.

 

Já tendo prometido novas medidas de suporte, somente os detalhes do pacote não são conhecidos, mas o básico já está claro: os custos de empréstimo permanecerão perto de zero por anos para que governos e empresas possam sair de sua maior recessão na história recente. Leia mais

 

 

 

Mercado Nacional

 

FOCUS: Projeção para IPCA 2020 fica acima da meta do BC; PIB melhora

 

Os economistas consultados pelo Banco Central para a edição do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (7), elevaram a projeção de alta da inflação deste ano para 4,21%, acima da meta de 4% pela primeira vez no ano. No entanto, cortaram a projeção do índice para 2021, agora em 3,34%. O consenso para a queda do PIB melhorou pela quinta semana consecutiva. Leia mais

 

 

 

Mercado passa a ver inflação neste ano acima do centro da meta

 

O mercado passou a ver a inflação para este ano acima do centro da meta do governo, ao mesmo tempo em que voltou a melhorar o cenário para a economia tanto em 2020 quanto em 2021, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira.

 

O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA subiu agora a 4,21% este ano, de 3,54% na semana anterior. Para 2021, entretanto, a conta caiu a 3,34%, de 3,47%. Leia mais

 

 

 

Dólar cai 10,8% em 26 dias e especialista fala em moeda a R$ 3,80. Até onde vai a desvalorização?

 

Após iniciar novembro a R$ 5,74, o dólar+0,05% iniciou um forte movimento de queda e encerrou o pregão desta segunda-feira (7) cotado a R$ 5,12 – desvalorização de 10,80%. O movimento, que teve início no mês passado e continuou em dezembro, acontece devido a uma série de fatores, tanto externos como internos. O patamar atual é o menor desde 22 de julho, quando encerrou o dia cotado a R$ 5,11.

 

Em escala global, a confirmação da vitória de Joe Biden na eleição presidencial americana tirou grande parte da tensão do mercado global e aumentou o apetite ao risco de investidores. Com isso, houve uma busca muito grande dos estrangeiros por mercados emergentes ainda descontados, mas que possuem boas perspectivas. Leia mais

 

 

 

Inflação acelera em novembro e fica acima do centro da meta pela 1ª vez

 

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial no país, acelerou para 0,89% em novembro, após fechar em 0,86% em outubro. Esse é o maior resultado para um mês de novembro desde 2015, quando o indicador foi de 1,01%. Em novembro de 2019, o indicador havia ficado em 0,51%.

 

No ano, a inflação acumula alta de 3,13% e, em 12 meses, de 4,31%. É a primeira vez que a inflação fica acima do centro da meta do governo para 2020, que é de 4%, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos (ou seja, podendo variar entre 2,5% e 5,5%). Leia mais

 

 

 

Copom faz última reunião do ano nesta quarta; mercado prevê manutenção dos juros em 2%

 

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fará nesta quarta-feira (9) a última reunião do ano, e a expectativa dos analistas do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, a Selic, seja mantida em 2% ao ano.

 

A taxa Selic está no menor patamar da série histórica e, se confirmada a manutenção, será a terceira vez seguida. A decisão será anunciada pelo BC por volta das 18h30. Leia mais

 

 

 

‘Redução da Selic foi um pouco além do necessário’, diz ex-diretor do BC

 

Para o chefe do Ibre/FGV (Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) e ex-diretor do Banco Central, José Julio Senna, o Banco Central foi “um pouco além do necessário” ao colocar a Selic em 2% ao ano.

 

Ele alerta para a manutenção de desequilíbrios fiscais “importantes”. A seguir, trechos da entrevista ao Estadão. Leia mais

 

 

 

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